quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Questões 002 - Conversões entre bases

07 - Converter, para a base 8, a grandeza 2CCH

08- Converter para o sistema hexadecimal a grandeza ( 10101 )2

09- Converta para Gray a grandeza ( 111000 )2

10- Poderá um numero ser impar e apresentar paridade par, ao mesmo tempo?

11- O número 28 tem paridade par ou impar?

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Do ábaco aos computadores


A evolução.... do ábaco aos computadores.
video

Questões 001 - Sistemas de numeração

1- A que se deve o nome de "Sistema de numeração binário? "

2. De que modo se distingue uma grandeza, escrita em decimal ou em binário?

3. Converter o numero 135 para o sistema binário.

4. Qual o maior numero que é possivel escrever em binário, recorrendo no máximo a quatro digitos?

5- Quantos digitos são necessários para representar a grandeza 1000, no sistema binário?

6- Como se estabelece o "peso" de cada coluna, no sistema binário? E no decimal?



terça-feira, 14 de setembro de 2010

Módulo 1 : Sistemas de Numeração

MÓDULO 1

Duração de Referência: 30 horas

1. Apresentação

Este módulo pretende dotar o aluno com conhecimentos sobre a forma como os computadores
utilizam valores binários para representar e efectuar operações com números inteiros. Esta matéria vai permitir uma melhor compreensão acerca do funcionamento dos componentes electrónicos constituintes de um computador e das suas principais características.

2. Objectivos de Aprendizagem

Conhecer a estrutura de um Sistema de Numeração e os principais Sistemas de Numeração
Efectuar a conversão de números entre os vários sistemas de numeração.
Efectuar operações aritméticas (adição e subtracção) em qualquer base de numeração.
Representar números relativos (positivos e negativos) em código de complementos.

3. Âmbito dos Conteúdos

1. Estrutura de um sistema de Numeração. Noção de símbolo e noção de número como uma sequência de símbolos, onde os símbolos têm significância posicional.
2. Fórmula geral de significância posicional num sistema de base n
3. Principais Sistemas de Numeração utilizados: binário, octal, hexadecimal.
4. Conversão de números representados em qualquer base, para a base decimal, usando a fórmula geral de significância posicional.
5. Conversão de números em decimal para outras bases de numeração através do método das divisões sucessivas.
6. A importância da base binária como um sistema de numeração com dois símbolos 0 e 1, de fácil manipulação no contexto da arquitectura de um computador.
7. Operações aritméticas (adição e subtracção) em qualquer base (base binária em particular).
8. Representação de números relativos (positivos e negativos), usando código de complementos.
Adição e subtracção de números em código de complementos.

4. Bibliografia / Outros Recursos

CUESTA, L.; PADILLA, A.; REMIRO, F., Electrónica Digital. Amadora: McGrawHill, 1994.
NUNES, Mário Serafim, Sistemas Digitais, 3ª ed.. Lisboa: Editorial Presença, 1989.
RODRIGUES, Pimenta; ARAÚJO, Mário, Projecto de Sistemas Digitais, 2ª ed.. Lisboa: Editorial Presença, sd.
TAUB, Herbert, Circuitos Digitais e Microprocessadores. S. Paulo: McGrawHill, 1984.
Laboratório de electrónica (hardware).
Retro/Vídeo Projector.
Meios audiovisuais.

Sistemas analógicos e arquitectura de computadores

1. Caracterização da Disciplina

A disciplina de Sistemas Digitais e Arquitecturas de Computadores (SDAC) integra a componente de formação técnica deste curso, surgindo no plano curricular com o intuito de abordar um conjunto de tecnologias e técnicas na área dos sistemas digitais, como base de suporte à aprendizagem e aplicação de práticas necessárias à gestão de equipamentos informáticos. Além disso, permite efectuar uma análise das principais evoluções e capacidades ao nível das arquitecturas dos computadores e microprocessadores e um desenvolvimento de raciocínios lógicos e procedimentais, no sentido de estruturar um conjunto de competências necessárias à execução das funções exigidas a um Técnico desta área de formação.
Assim, a disciplina tem como finalidades:

Fomentar a disponibilidade para uma aprendizagem ao longo da vida como condição necessária à adaptação a novas situações e à capacidade de resolver problemas no
contexto da sociedade do conhecimento;
Promover a autonomia, a criatividade, a responsabilidade, bem como a capacidade para trabalhar em equipa;
Fomentar o interesse pela pesquisa, pela descoberta e pela inovação, face aos desafios da sociedade do conhecimento;
Desenvolver conhecimentos ao nível das arquitecturas de computadores;
Desenvolver competências na identificação e compreensão do funcionamento e na relação entre os componentes dos computadores e os seus periféricos.

2. Visão Geral do Programa

Este programa resultou do reajustamento do programa existente da disciplina de Sistemas de Exploração e Arquitectura de Computadores, vulgarmente designada por SEAC, dos cursos profissionais de Técnico de Informática/Manutenção de Equipamento. Visa garantir aos alunos uma formação específica na área dos sistemas digitais e arquitecturas de computadores. Apresenta-se estruturado em módulos com competências terminais bem definidas, relativamente a cada uma das técnicas de aplicação transversal consideradas, o que facilita aprendizagens sectoriais e independentes.
Acresce que, se potencia a transferência da aprendizagem e respectiva avaliação. Pretende-se
que o aluno seja capaz de usar os saberes adquiridos em cada módulo e dos aplicar para além do estritamente necessário, criando modelos e produtos coerentes e consequentes.
Os Fundamentos de programação constantes nesta disciplina obrigam à existência de um módulo de duração superior a 36 horas. Neste sentido, o módulo 6, Fundamentos da Programação, tem uma duração de referência de 120 horas. Este número de horas de formação visa proporcionar aos alunos a oportunidade de executarem tarefas que completam o processo construção de um programa de média complexidade.
Desta forma, o programa desenvolve-se ao longo de dez módulos com uma carga horária total
de 406 horas de formação.

3. Competências a Desenvolver

Conhecer as principais bases de numeração utilizadas em informática.
Representar uma quantidade, numa base de numeração qualquer.
Realizar conversões entre quaisquer bases de numeração.
Realizar operações aritméticas numa base qualquer.
Distinguir claramente o que são Entradas e Saídas de um problema.
Conhecer os operadores lógicos e respectivas propriedades.
Simplificar expressões booleanas, usando as propriedades dos operadores lógicos e os teoremas da Álgebra de Boole.
Representar um problema de lógica através de uma tabela de verdade.
Representar uma tabela de verdade ou uma expressão lógica através de um mapa de Karnaugh.
Extrair funções lógicas simplificadas a partir de mapas de Karnaugh.
Desenhar circuitos lógicos a partir de funções booleanas.
Projectar um circuito combinatório com múltiplas saídas, dependentes das entradas, minimizando o número de circuitos integrados.
Distinguir os conceitos de multiplexer, encoder, decoder e comparador.
Saber o conceito de modularidade na concepção de circuitos digitais mais complexos.
Identificar as várias células de memória (flip-flops), nomeadamente as suas tabelas de verdade e comportamento da saída em relação às entradas.
Construir o diagrama temporal de um qualquer esquema sequencial simples.
Projectar e implementar circuitos sequênciais simples.
Enunciar e descrever o funcionamento e estrutura dos principais tipos de lógica programável.
Conseguir implementar pequenos circuitos combinatórios e sequenciais, simples, utilizando GALs para implementar as funções lógicas.
Conhecer os componentes de uma Linguagem: Sintaxe, Semântica, Gramática e Expressão.
Saber o que é um algoritmo.
Desenvolver algoritmos de baixa complexidade em Linguagem Natural.
Desenhar algoritmos, utilizando os mecanismos simples de controlo de programa.
Implementar algoritmos e observar a sua execução, utilizando um ambiente de desenvolvimento da linguagem.
Utilizar ferramentas de "Debugging" de programas, proporcionadas pelo ambiente de
desenvolvimento.
Compreender o conceito de modularização de programas e saber aplicá-lo.
Compreender os mecanismos de passagem de parâmetros.
Conhece os níveis de visibilidade (“Scope”) das variáveis de um programa.
Compreender e manipular estruturas de dados estáticas.
Definir e manipular tipos de dados compostos.
Modularizar um problema, usando a estrutura de dados apropriada.
Distinguir os conceitos de informação em memória volátil e memória não volátil.
Compreender o modelo de manipulação de ficheiros e saber utilizá-los.
Conhecer os principais tipos de memória e respectivas células básicas.
Conhecer a evolução histórica da arquitectura dos computadores
Compreender as principais características de uma micro-arquitectura.
Identifica os principais barramentos relacionados com o PC.
Conhecer a organização de memória RAM existente num PC, e dominar os conceitos gerais sobre gestão de memória principal.
Conhecer as principais normas de vídeo utilizadas nos PCs.
Identificar os diversos componentes internos de um computador PC.
Conhece os diferentes tipos de equipamentos informáticos e as características técnicas.
Consultar e compreender a informação técnica sobre um determinado componente de um
computador.
Conseguir utilizar a Internet como fonte de informação sobre computadores e seus componentes.
Conseguir definir e compreender uma série de terminologia informática.
Desenvolver um espírito de iniciativa e de auto-aprendizagem.
Identificar e conhecer as principais tendências actuais no desenvolvimento de sistemas baseados em microprocessadores (RISC/CISC/...).
Conhecer as principais características de um microprocessador.
Reconhecer os principais componentes de um sistema baseado numa Arquitectura de um
microprocessador
Desenvolver pequenos sistemas, recorrendo ao uso de microprocessadores.
Construir pequenos programas em Assembly, que permitam aceder directamente aos recursos de um PC, como sejam som, imagem e interligação com o exterior.
Programa de Sistemas Digitais e Arquitectura de
Computadores Cursos Profissionais

4. Orientações Metodológicas / Avaliação

A disciplina de SDAC tem um carácter predominantemente prático e experimental. Torna-se, por isso, necessário implementar metodologias através de actividades que incidam sobre a aplicação prática e contextualizada dos conteúdos, a experimentação, a pesquisa e a resolução de problemas. Neste sentido, as aulas deverão privilegiar a participação dos alunos em projectos, na resolução de problemas e em exercícios que simulem a realidade. O professor deverá adoptar estratégias que motivem o aluno a envolver-se na sua própria aprendizagem e lhe permitam desenvolver a sua autonomia e iniciativa.
As cargas horárias indicadas para cada módulo deverão ser consideradas como uma sugestão, que será ajustada às características e necessidades específicas de cada turma ou aluno.
Os procedimentos de avaliação dos alunos decorrem da natureza eminentemente prática e experimental da disciplina, privilegiando-se a vertente formativa da avaliação, indispensável à orientação do processo de ensino/aprendizagem.
É fundamental que, no início do ano lectivo, seja realizada uma avaliação de diagnóstico que permita identificar grupos diferenciados e estabelecer um plano de acção para cada grupo de alunos, tendo em vista a aquisição, por parte de todos eles, das competências essenciais definidas no programa.
Deverá ser privilegiada a observação directa do trabalho desenvolvido pelo aluno durante as aulas, utilizando, para isso, instrumentos de avaliação diversificados que permitam registar o seu desempenho nas situações que lhe são proporcionadas e a progressão na aprendizagem ao longo do ano lectivo, nomeadamente quanto ao interesse, à participação no trabalho, à capacidade de desenvolver trabalho em grupo, à capacidade de explorar, investigar e mobilizar conceitos em diferentes situações, bem como relativamente à qualidade do trabalho realizado e à forma como o aluno o gere, organiza e autoavalia.
A par da avaliação contínua, permitindo o registo da evolução do aluno aula a aula e a recuperação, em tempo útil, de qualquer dificuldade, deverão ser previstos momentos de avaliação, procedendo-se à aplicação de provas de carácter prático ou teórico-prático que permitam avaliar os conhecimentos e competências adquiridos.
Esta disciplina tem uma componente prática, fundamental para o curso, sugerindo-se um desdobramento a 100%.

5. Elenco Modular

1 Sistemas de Numeração 30h
2 Álgebra e Lógica Booleana 36h
3 Circuitos Combinatórios 36h
4 Circuitos Sequenciais 36h
5 Introdução à Lógica Programável 18h
6 Fundamentos de Programação 120h
7 Arquitectura de Computadores 36h
8 Análise de Equipamentos Informáticos 36h
9 Arquitectura de Microprocessadores 22h
10 Programação de Microprocessadores 36h